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O QUE É A LEISHMANIOSE?






1-O que é a Leishmaniose?
 É uma doença causada no cão por um parasita (protozoário, leishmania), que invade diferentes órgãos, causa lesões consideráveis, podendo mesmo levar à morte do animal.

2-Como se transmite?
Através de um mosquito flebótomo. A transmissão é feita normalmente quando um flebótomo infectado pica um cão (sobretudo ao anoitecer).

Flebótomo:
 Os flebótomos são insectos de pequenas dimensões, similares aos mosquitos, e que podem transmitir Leishmaniose. Ao contrário dos mosquitos, o flebótomo é muito mais pequeno. Não é fácil vê-lo, e muito menos ouvi-lo, uma vez que não faz o típico zumbido ao voar. Só as fêmeas picam, pois precisam de sangue para desenvolver os ovos. Os machos alimentam-se de açúcares e plantas. Os adultos são activos nas horas de obscuridade e transmitem doenças aos cães e ao Homem quando neles se alimentam.

3-Como diagnosticar a Leishmaniose?

Proceder a um exame clínico (testes específicos) para estabelecer um diagnóstico.



4- Sintomas gerais:

Queda de pêlo, emagrecimento, vómitos, fraqueza geral.



 Apatia, febre irregular, feridas persistentes que não cicatrizam (leishmaniose cutânea), dilatação do fígado ou do baço (leishmaniose visceral),




crescimento exagerado das unhas.









5- Um cão com Leishmaniose pode contaminar um humano?
 Esta doença não se transmite diretamente do cão a uma pessoa.





Os passos necessários à transmissão, são:

1º - Um flebótomo pica um cão com Leishmania;

2º - Terá de passar cerca de uma semana para que esse flebótomo se torne infectante;

3º - O mesmo flebótomo pica um humano ou um cão e transmite-lhe a doença.



A verdade é que a Leishmania é a doença que causa mais polêmica e controvérsia principalmente entre os veterinários. Ainda mais quando o assunto é o tratamento ou não de cães positivos. Existem aqueles veterinários cuja conduta é exterminar sumariamente todo e qualquer cão cujo exame dê positivo, alguns são favoráveis ao tratamento daqueles positivos que não apresentam sinais da doença e alguns são favoráveis ao tratamento de cães que apresentem alguns sinais sem comprometimento ainda da função dos rins. A leishmaniose é transmitida através da picada de um mosquito. Geralmente a doença acomete cães sadios, enquanto que nos humanos tem predileção por pessoas com imunidade diminuída (crianças, idosos, doentes).


O tratamento canino não obtém, em geral, a cura, mas pode oferecer uma boa qualidade de vida e maior longevidade aos animais afetados. Esse procedimento exige dos proprietários dos cães um compromisso de cuidados especiais com os animais infectados e também com o ambiente onde vivem.
Pouco está sendo feito para a prevenção da doença, já que ela é transmitida por um mosquito. No entanto, gostaria de divulgar que recentemente os fabricantes de um produto anti-pulgas e carrapatos chamado Pulvex Pour-On enviaram a alguns veterinários um trabalho onde se sugere a ação repelente contra o mosquito. Ele deve ser usado exclusivamente em cães, é venenoso para gatos. É uma ampola que após ser agitada deve ser aplicada no dorso do cão uma vez por mês, tomando-se o cuidado de afastar o pelo.







Se o cão tiver mais de 15 Kg devem ser usadas duas ampolas: uma no dorso e uma na base da cauda. Cães de raças gigantes, acima de 50Kg, podem receber três ampolas: no dorso, no meio das costas e na base da cauda. Da mesma forma que cães de raças muito pequenas, abaixo dos 3 Kg, podem ser tratados apenas com meia ampola.



Outro produto que acredito deve chegar em breve ao mercado é uma coleira lançada pela Hoescht chamada Scalibor. Entrei em contato com o laboratório mas ainda não recebi maiores informações. Mas ela garante Ter ação anti-pulgas e carrapatos e ação repelente a mosquitos.




Além disso, há alguns cuidados a serem tomados. Se você mora numa área endêmica, você pode procurar um médico veterinário em sua cidade e saber se há áreas de perigo, telar o canil e manter os cães no canil protegido de mosquitos no período entre uma hora antes do sol se por até o nascer do sol no dia seguinte, que é quando o mosquito está mais ativo e a colocação mensal de um inseticida no ambiente (esta deve ser feita sob rigorosa orientação de um profissional para evitar riscos de envenenamento). Se você não mora numa área perigosa o melhor mesmo é não levar seu cão para áreas assim. Caso não tenha alternativa, utilize os meios citados anteriormente.
Bem, agora vem a parte mais polêmica que é o tratamento ou extermínio de animais positivos. Antes de mais nada, é recomendação dos órgãos da saúde pública que se extermine os positivos. No entanto, pesquisas têm sido feitas e protocolos de tratamento têm sido utilizados com bons resultados. E apesar de procurar ser mais imparcial possível, acredito que além de um profissional de saúde pública o veterinário deve ser um profissional que ame, respeite e queira preservar a vida de seus pacientes. O sacrifício sumário de um animal de estimação traz grande dor. Muitos veterinários resistem inclusive a esclarecer ao proprietário a possibilidade de tratamento. Não acredito que essa seja uma decisão só do veterinário. Se ele não se propõe a tratar a Leishmania seja por inexperiência, por causa da recomendação dos órgãos de saúde ou por crença própria, podia passar o caso para um colega que tenha experiência no tratamento. No entanto, é necessário saber e ter claro em mente que o tratamento não cura o cão, mas aumenta o tempo de vida do animal assim como ameniza os sinais da doença fazendo com que ele tenha uma qualidade de vida melhor. Mesmo aliando o tratamento aos cuidados para repelir mosquitos, há a possibilidade de transmissão. O tratamento elimina os sintomas mas o animal continua portador. Além disso, é um tratamento caro e prolongado e exige do responsável pelo animal um compromisso muito grande. Existem uma série de protocolos que podem ser seguidos mas como regra geral, além das drogas utilizadas no tratamento propriamente dito, que são de alto custo, o animal deve ser clinicamente avaliado a cada dois meses, ou seja 6 consultas por ano e controle através de exames laboratoriais de três em três meses, o que significa 4 baterias de exame por ano. O tratamento por si só já representa um risco para o animal pois as drogas utilizadas são fortes e podem até ser tóxicas para alguns órgãos. Por todos estes fatos e pela polêmica causada entre a própria classe veterinária, poucos são os cães elegíveis para tratamento. Primeiro deve-se avaliar o estado geral do animal para ver se ele tem condições de suportar o tratamento; depois o perfil do responsável que deve se mostrar colaborador e atender a todos os passos do tratamento, inclusive assinando um termo de responsabilidade. Tenho visto que o extermínio de cães positivos tem sido mostrado como única forma de combate. Acredito que mesmo que se exterminasse todos os cães do País o problema não acabaria. Já vi referências que roedores podem, assim como o cão, servirem de hospedeiros.
Porque não é o cão que transmite a doença para outros cães e o homem É O MOSQUITO! Sem o mosquito não haveria o ciclo. Funciona assim: O mosquito pica um cão sadio que se contamina. No organismo do cão a Leishmania se desenvolve. Então um mosquito pica este cão e se picar outro cão ou uma pessoa, pode contaminá-la. No entanto, o contato cão-cão ou cão-homem não dissemina a doença. Funciona assim: mosquito-cão-mosquito-cão ou mosquito-cão-mosquito-homem.
Dessa forma me parece bastante lógico que o combate ao mosquito é, ou poderia ser, muito mais eficaz. No entanto, a questão do combate ao mosquito é muito mais complexa que simplesmente extermínio de cães. Além disso, falta informação consistente à população. Após as primeiras reportagens serem veiculadas o que vi foi o inicio de um histeria coletiva comparável a histeria causada pelo assunto Pit Bull. Pessoas chegavam perguntando sobre "a doença de cães que mata gente", pessoas levavam seus cães para sacrifício porque os animais apresentavam comportamento estranho e elas achavam que era a doença que matava que eles viram na TV.  Em tempo, li recentemente que há um risco de transmissão da Leishmania em campanhas de vacinação se a agulha não for trocada a cada aplicação. Por isso recomendo àqueles que levam seus cães para tomar a anti-rábica em vacinação promovida pelo município, que comecem a levar suas seringas ou prestem atenção se a agulha foi trocada. E lembre-se de que além da vacina anti-rábica existe uma outra chamada óctupla que só é dada em clínicas. Veja mais informações no calendário de vacinas.



O que você pode fazer? A Leishmaniose no ser humano tem tratamento, apesar de ser diferente daquele que é aplicado aos cães. Assim que algum cão for constatado ser portador da doença temos que informar o Centro de Controle de Zoonose .No entanto, ninguém nos tira o direito de ter um parecer de nosso veterinário de confiança. Se a eutanásia for inevitável, que seja feita de maneira humanitária, por injeçao intra-venosa, pelo Veterinário que nós escolhermos.



NAO ENTREGUE SEU CÃO PARA O CENTRO DE ZOONOSES!


LEVE-O AO VETERINÁRIO PARA QUE ELE DÊ O DIAGNÓSTICO FINAL!!



TEMOS QUE EXIGIR MEDIDAS PROFILÁTICAS!! QUE COMBATAM O MOSQUITO!! É UM ABSURDO O QUE VEM ACONTECENDO! SE A DOENÇA SE ALASTRAR O PRÓXIMO CÃO PODE SER O SEU!

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O QUE É A LEISHMANIOSE? 1-O que é a Leishmaniose? É uma doença causada no cão por um parasita (protozoário, leishmania), que invade diferentes órgãos, causa lesões consideráveis, podendo mesmo levar à morte do animal. 2-Como se transmite? Através de um mosquito flebótomo. A transmissão é feita normalmente quando um flebótomo infectado pica um cão (sobretudo ao anoitecer). Flebótomo: Os flebótomos são insectos de pequenas dimensões, similares aos mosquitos, e que podem transmitir Leishmaniose. Ao contrário dos mosquitos, o flebótomo é muito mais pequeno. Não é fácil vê-lo, e muito menos ouvi-lo, uma vez que não faz o típico zumbido ao voar. Só as fêmeas picam, pois precisam de sangue para desenvolver os ovos. Os machos alimentam-se de açúcares e plantas. Os adultos são activos nas horas de obscuridade e transmitem doenças aos cães e ao Homem quando neles se alimentam. 3-Como diagnosticar a Leishmaniose? Proceder a um exame clínico (testes específicos) para estabelecer um diagnóstico. 4- Sintomas gerais: Queda de pêlo, emagrecimento, vómitos, fraqueza geral. Apatia, febre irregular, feridas persistentes que não cicatrizam (leishmaniose cutânea), dilatação do fígado ou do baço (leishmaniose visceral), crescimento exagerado das unhas. 5- Um cão com Leishmaniose pode contaminar um humano? Esta doença não se transmite diretamente do cão a uma pessoa. Os passos necessários à transmissão, são: 1º - Um flebótomo pica um cão com Leishmania; 2º - Terá de passar cerca de uma semana para que esse flebótomo se torne infectante; 3º - O mesmo flebótomo pica um humano ou um cão e transmite-lhe a doença. A verdade é que a Leishmania é a doença que causa mais polêmica e controvérsia principalmente entre os veterinários. Ainda mais quando o assunto é o tratamento ou não de cães positivos. Existem aqueles veterinários cuja conduta é exterminar sumariamente todo e qualquer cão cujo exame dê positivo, alguns são favoráveis ao tratamento daqueles positivos que não apresentam sinais da doença e alguns são favoráveis ao tratamento de cães que apresentem alguns sinais sem comprometimento ainda da função dos rins. A leishmaniose é transmitida através da picada de um mosquito. Geralmente a doença acomete cães sadios, enquanto que nos humanos tem predileção por pessoas com imunidade diminuída (crianças, idosos, doentes). O tratamento canino não obtém, em geral, a cura, mas pode oferecer uma boa qualidade de vida e maior longevidade aos animais afetados. Esse procedimento exige dos proprietários dos cães um compromisso de cuidados especiais com os animais infectados e também com o ambiente onde vivem. Pouco está sendo feito para a prevenção da doença, já que ela é transmitida por um mosquito. No entanto, gostaria de divulgar que recentemente os fabricantes de um produto anti-pulgas e carrapatos chamado Pulvex Pour-On enviaram a alguns veterinários um trabalho onde se sugere a ação repelente contra o mosquito. Ele deve ser usado exclusivamente em cães, é venenoso para gatos. É uma ampola que após ser agitada deve ser aplicada no dorso do cão uma vez por mês, tomando-se o cuidado de afastar o pelo. Se o cão tiver mais de 15 Kg devem ser usadas duas ampolas: uma no dorso e uma na base da cauda. Cães de raças gigantes, acima de 50Kg, podem receber três ampolas: no dorso, no meio das costas e na base da cauda. Da mesma forma que cães de raças muito pequenas, abaixo dos 3 Kg, podem ser tratados apenas com meia ampola. Outro produto que acredito deve chegar em breve ao mercado é uma coleira lançada pela Hoescht chamada Scalibor. Entrei em contato com o laboratório mas ainda não recebi maiores informações. Mas ela garante Ter ação anti-pulgas e carrapatos e ação repelente a mosquitos. Além disso, há alguns cuidados a serem tomados. Se você mora numa área endêmica, você pode procurar um médico veterinário em sua cidade e saber se há áreas de perigo, telar o canil e manter os cães no canil protegido de mosquitos no período entre uma hora antes do sol se por até o nascer do sol no dia seguinte, que é quando o mosquito está mais ativo e a colocação mensal de um inseticida no ambiente (esta deve ser feita sob rigorosa orientação de um profissional para evitar riscos de envenenamento). Se você não mora numa área perigosa o melhor mesmo é não levar seu cão para áreas assim. Caso não tenha alternativa, utilize os meios citados anteriormente. Bem, agora vem a parte mais polêmica que é o tratamento ou extermínio de animais positivos. Antes de mais nada, é recomendação dos órgãos da saúde pública que se extermine os positivos. No entanto, pesquisas têm sido feitas e protocolos de tratamento têm sido utilizados com bons resultados. E apesar de procurar ser mais imparcial possível, acredito que além de um profissional de saúde pública o veterinário deve ser um profissional que ame, respeite e queira preservar a vida de seus pacientes. O sacrifício sumário de um animal de estimação traz grande dor. Muitos veterinários resistem inclusive a esclarecer ao proprietário a possibilidade de tratamento. Não acredito que essa seja uma decisão só do veterinário. Se ele não se propõe a tratar a Leishmania seja por inexperiência, por causa da recomendação dos órgãos de saúde ou por crença própria, podia passar o caso para um colega que tenha experiência no tratamento. No entanto, é necessário saber e ter claro em mente que o tratamento não cura o cão, mas aumenta o tempo de vida do animal assim como ameniza os sinais da doença fazendo com que ele tenha uma qualidade de vida melhor. Mesmo aliando o tratamento aos cuidados para repelir mosquitos, há a possibilidade de transmissão. O tratamento elimina os sintomas mas o animal continua portador. Além disso, é um tratamento caro e prolongado e exige do responsável pelo animal um compromisso muito grande. Existem uma série de protocolos que podem ser seguidos mas como regra geral, além das drogas utilizadas no tratamento propriamente dito, que são de alto custo, o animal deve ser clinicamente avaliado a cada dois meses, ou seja 6 consultas por ano e controle através de exames laboratoriais de três em três meses, o que significa 4 baterias de exame por ano. O tratamento por si só já representa um risco para o animal pois as drogas utilizadas são fortes e podem até ser tóxicas para alguns órgãos. Por todos estes fatos e pela polêmica causada entre a própria classe veterinária, poucos são os cães elegíveis para tratamento. Primeiro deve-se avaliar o estado geral do animal para ver se ele tem condições de suportar o tratamento; depois o perfil do responsável que deve se mostrar colaborador e atender a todos os passos do tratamento, inclusive assinando um termo de responsabilidade. Tenho visto que o extermínio de cães positivos tem sido mostrado como única forma de combate. Acredito que mesmo que se exterminasse todos os cães do País o problema não acabaria. Já vi referências que roedores podem, assim como o cão, servirem de hospedeiros. Porque não é o cão que transmite a doença para outros cães e o homem É O MOSQUITO! Sem o mosquito não haveria o ciclo. Funciona assim: O mosquito pica um cão sadio que se contamina. No organismo do cão a Leishmania se desenvolve. Então um mosquito pica este cão e se picar outro cão ou uma pessoa, pode contaminá-la. No entanto, o contato cão-cão ou cão-homem não dissemina a doença. Funciona assim: mosquito-cão-mosquito-cão ou mosquito-cão-mosquito-homem. Dessa forma me parece bastante lógico que o combate ao mosquito é, ou poderia ser, muito mais eficaz. No entanto, a questão do combate ao mosquito é muito mais complexa que simplesmente extermínio de cães. Além disso, falta informação consistente à população. Após as primeiras reportagens serem veiculadas o que vi foi o inicio de um histeria coletiva comparável a histeria causada pelo assunto Pit Bull. Pessoas chegavam perguntando sobre "a doença de cães que mata gente", pessoas levavam seus cães para sacrifício porque os animais apresentavam comportamento estranho e elas achavam que era a doença que matava que eles viram na TV. Em tempo, li recentemente que há um risco de transmissão da Leishmania em campanhas de vacinação se a agulha não for trocada a cada aplicação. Por isso recomendo àqueles que levam seus cães para tomar a anti-rábica em vacinação promovida pelo município, que comecem a levar suas seringas ou prestem atenção se a agulha foi trocada. E lembre-se de que além da vacina anti-rábica existe uma outra chamada óctupla que só é dada em clínicas. Veja mais informações no calendário de vacinas. O que você pode fazer? A Leishmaniose no ser humano tem tratamento, apesar de ser diferente daquele que é aplicado aos cães. Assim que algum cão for constatado ser portador da doença temos que informar o Centro de Controle de Zoonose .No entanto, ninguém nos tira o direito de ter um parecer de nosso veterinário de confiança. Se a eutanásia for inevitável, que seja feita de maneira humanitária, por injeçao intra-venosa, !

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Tudo sobre Leishmaniose

Sintomas de Leishmaniose

Leishmaniose visceral: febre irregular, prolongada; anemia; indisposição; palidez da pele e ou das mucosas; falta de apetite; perda de peso; inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço. 


Prevenção

  • Evitar construir casas e acampamentos em áreas muito próximas à mata
  • Fazer dedetização, quando indicada pelas autoridades de saúde
  • Evitar banhos de rio ou de igarapé, localizado perto da mata
  • Utilizar repelentes na pele, quando estiver em matas de áreas onde há a doença
  • Usar mosquiteiros para dormir
  • Usar telas protetoras em janelas e portas
  • Eliminar cães com diagnóstico positivo para leishmaniose visceral, para evitar o aparecimento de casos humanos.

Diagnóstico de Leishmaniose

O diagnóstico da leishmaniose é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde. Sua detecção e tratamento precoce devem ser prioritários, pois ela pode levar à morte.

Causas

Transmissão

A leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. Apresentam cor amarelada ou acinzentada e suas asas permanecem abertas quando estão em repouso. Seus nomes variam de acordo com a localidade; os mais comuns são: mosquito palha, tatuquira, birigüi, cangalinha, asa branca, asa dura e palhinha. O mosquito palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.
Getty Images Doença é transmitida por mosquitos
As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém, o hospedeiro também pode ser o cão doméstico.
Na leishmaniose cutânea os animais silvestres que atuam como reservatórios são os roedores silvestres, tamanduás e preguiças. Na leishmaniose visceral a principal fonte de infecção é a raposa do campo.

O que é Leishmaniose?

Doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como "ferida brava". A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.
O que é leishmaniose?


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" LEIA, APRENDA E SALVE VIDAS  Se o seu cão ou um cão de rua esta sofrendo com problema de bicheira, saiba que é muito fácil cura-lo, e você mesmo pode fazer, basta usar Capstar que é um eficiente eliminador de infestação de pulgas, mais funciona muito melhor para matar bicheiras de forma rápida e eficaz, em media de 1 dia, para quem não sabe, a bicheira são larvas de moscas que vão comendo a carn...e do animal, isso ocorre quando o animal se fere e não tem o tratamento adequado ai uma mosca pousa e bota seus ovos no ferimento e esses ovos por sua vez nascem e é dado o nome de bicheira a essas larvas. O Capstar pode ser comprado em qualquer pet, basta dar o comprimido que logo você vai ver as larvas caindo, no dia seguinte já não tem mais nenhuma larva viva. Quando você vir as larvas caindo, coloque o pet num lugar confortável para ele, pegue uma pinça e faça uma limpeza no local, retirando as larvas mortas, limpe bem o local (buraco que a bicheira fez) e passe o larvicida no ferimento após tem utilizado o Capstar, pois o efeito do Capstar só dura aproximadamente 2 dias e aplicar algum antibiótico e antiinflamatório como o Agrodel para auxiliar na cicatrização do ferimento. Com esse cuidado o animal ficará livre da bicheira evocêd terá salvado uma vida com suas próprias mãos.

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Logo Cães

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http://www.dogdogs.net/queda-de-pelo-em-cachorro-coceira-alergia-e-parasitas-dicas-importantes

Ao contrário do que muitos pensam, a queda de pêlos nos cães é normal, desde que esta queda não venha por causa de alergias de pele, dermatites, ou parasitas como pulgas, carrapatos, fungos, micoses, bactérias e ácaros, como a sarna demodécica, a sarna otodécica e sarna sarcóptica.

Troca de pêlos, a muda natural

Para os bichinhos de pelagem curta a queda de pêlo acontece duas vezes por ano, uma quando o inverno se aproxima, deixando os pêlos mais densos, e outra troca quando está chegando o verão, deixando a pelagem mais fina. Mas se você tem um cachorro de pelagem comprida, as trocas de pêlos acontecem somente uma vez por ano, já que é impossível os pêlos do seu melhor amigo crescer o suficiente em seis meses. Então, se a pelagem do seu animal não apresenta falhas visíveis, muito provavelmente ele está passando por uma muda natural.

Descobrindo a causa da queda de pêlos e da coceira excessiva

Caso a queda de pêlo venha acompanhada de uma coceira irritante e frequente, além do surgimento de falhas na pelagem e manchas vermelhas na pele, é possível afirmar que seu cachorrinho pode estar sofrendo com algum tipo de alergia de pele que, em muitos casos, está diretamente ligada aos seguintes itens:
Alergia generalizada é o tipo de alergia que é muito difícil de ser diagnosticada. Somente o dono do animal é capaz de descobrir o que faz seu cachorro ser alérgico e, consequentemente, ter queda de pêlos, pois ambos convivem diariamente. Logo, recomenda-se começar pelo shampoo usado em seu banho, troque-o pelo Peroxydex Spherulites da Virbac, excelente anti-séptico que ajuda a combater fungos, bactérias, seborreia e dermatites. Troque também o produto de limpeza (eliminador de odores e desinfetante) usado para limpar o ambiente que o seu cão vive. Mude também o tipo de comida que seu cão ingere. Faça isso gradualmente e um item por vez, até descobrir o que pode ser a causa desta alergia.
Outro tipo de alergia é o relacionado a pulgas e carrapatos. Cães que apresentam sinais de DAPP (Dermatite Alérgica a Picadas de Pulgas) não precisam de uma infestação de pulgas para começar a se coçar, basta o contato de alguns destes parasitas para a coceira começar, gerando muito incômodo e até queda nos pêlos. É altamente recomendada a realização de uma dedetização no ambiente onde seu cachorro fica para acabar com todo o ciclo das pulgas e dos carrapatos, além de começar um controle anti-pulgas preventivo e frequente no seu melhor amigo.
Os ácaros que causam a sarna demodécica, a sarna otodécica e a sarna sarcóptica também podem ser o motivo que faz seu bichinho ficar se coçando muito e o tempo todo. Se a pele do seu animal apresentar manchas vermelhas e falhas na pelagem, leve seu melhor amigo imediatamente a um veterinário. O tratamento é simples, mas quanto antes começar, melhor para a saúde e bem estar dele.
Imunidade baixa, problemas hormonais e uma alimentação não balanceada, ou seja, ração que não apresenta todos os nutrientes e vitaminas que um cão precisa, também estão diretamente ligados à queda de pêlos.

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Como criar cachorro em condomínio fechado

Cães em condomínios, é proibido por lei? Bom, no Brasil não existe lei que proíba a criação de animais em condomínio, porém deve-se manter um acordo com vizinhos e síndicos, afim de não perturbar a ordem dentro do mesmo.
A Unão Internacional Protetora dos Animais, recebe muitas reclamações de síndicos e vizinhos de proprietários de animais que, segundo eles, são analisadas e se necessário são enviadas para o Juizado Especial.

Em casos de mau comportamento do cachorro, o proprietário deve procurar uma solução, caso não haja um acordo entre as parte e exista a comprovação da perturbação da ordem, o juiz pode vir a pedir a retirada do animal do condomínio.
Justamente por isso, os donos de cães devem ficar atentos com as raças dos animais, onde muitas não se adequam ao ambiente menor e fechado, causando assim, sem querer, transtornos na vizinhança. Para estes locais as melhores opções são raças de pequeno porte, que ocupam menor espaço.
Outras dicas importantes são: passeios somente com guia; não deixar o animal solitário por muito tempo, pois isso pode gerar estresse e fazê-lo latir; quando ele fizer necessidades fisiológicas em ambientes públicos, o dono deve limpar imediatamente.
E acima de tudo, manter bom relacionamento com os vizinhos o que poe evitar queixar desnecessárias.

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